Livros didáticos e outros impressos

Todos já sabemos que os livros didáticos são as formas mais comuns de ferramentas para a educação tradicional, isso não é de hoje e promete perdurar por muitos anos ainda. As mídias eletrônicas surgem como um novo instrumento de educação, porém o modelo impresso, que ainda reina na maioria das salas de aula, deve permanecer de forma a complementar um ao outro. O uso de livros didáticos, gibis, fanzines e jornais (tanto sua produção quanto seu consumo) deve estar lado a lado com as novas tecnologias de informação e comunicação (TIC).

A relação da rádio e a TV com a educação

Quando pensamos em rádio e TV o que passa mais rapidamente pela nossa cabeça é a palavra entretenimento. Assim esses veículos de comunicação são vendidos, mas será possível capacitar o uso desses veículos como um meio para educação? Sim. E não só como forma de complementar, mas como uma mídia educativa por inteiro, digo, a TV e o rádio são formas populares e de fácil acesso para as pessoas, podendo contribuir de forma eficaz para a prática educativa. Ainda assim, a TV e o rádio, não são vistas como instrumento pedagógico (principalmente a primeira), causando muita controvérsia quanto seu uso nas salas de aula e encontram resistência por parte de alguns educadores.
O artigo feito por Zeneida Alves de Assumpção mostra bem a relação do aluno e o uso das rádios nas escolas (para ver o artigo, clique aqui). A autora traz várias experiências do uso das rádios nos ambientes escolares.

Inclusão digital

 

Inclusão digital nada mais é o do que a democratização das tecnologias, as tentativas de que o acesso às tecnologias de informação chegue para todas as pessoas. Ser incluído digitalmente não é só ser “alfabetizado” em informática, e nem apenas “consumir” os aparelhos eletrônicos, mas sim garantir um conhecimento de informática que vá facilitar a vida das pessoas.


Desde o início de 2005, o governo federal implantou um projeto de inclusão digital, o chamado Programa Computador para Todos (para saber mais sobre esse programa, clique aqui) que é voltado para a inclusão digital da classe C, garantindo assim, também, a inclusão social desses indivíduos. A inclusão digital ainda vai mais longe, ela possibilita uma melhor acessibilidade a pessoas com deficiências.

As vantagens do software livre

O Software livre permite que todos possam fazer parte da construção de boas ferramentas, de modo que essas ferramentas sejam acessíveis. Entre outros benefícios do Software livre estão o fato de poder executar o programa para qualquer propósito, modificar e liberar essas modificações do software, estudar como funciona o programa etc. Infelizmente, muita das empresas ainda se atem ao Software comercial, por isso grande parte dos hardwares não são compatíveis com o software aberto, mesmo que o software livre ainda traga mais vantagens como o baixo custo, a flexibilidade a fácil acessibilidade que permite.
O vídeo abaixo é um documentário sobre o software livre, muito bom para entender perfeitamente o que ele é.

Para saber mais, clique aqui.

Arte Digital

 

Foi-se o tempo em que a arte era feita apenas pelas mãos de um pintor em telas, ou escultores e fotógrafos, músicos e cineastas. Hoje, com um computador e habilidade em informática e softwares de edição de imagens, é possível que a arte seja feita por quem desejar mostrar a sua criatividade e que a arte não precisa ser apenas aquela feita à mão. A Arte Digital é aquela produzida graficamente, utilizando ferramentas computacionais e softwares como: Adobe Photoshop, Corel Draw, FireWorks e o Adobe Flash, programas esses que já são bem conhecidos. Elas podem ser pinturas digitais, as edições e animações 3D etc. A Arte Digital já possui uma galeria em São Paulo e explora diferentes aspectos da arte. Abaixo tem-se algumas imagens.

 

digital art

 

 

 

 

 

 

 

Supernaturalism (by Playful / Pablo Alfieri)