A história que eu vou contar, se não fosse tão trágica chegaria a ser cômica. Aconteceu com minha prima, com o pseudônimo de Abigail, não me pergunte por quê.
Quase todo final de semana e quase todas as férias, Abigail vem passar belíssimos dias ao meu lado. O final de semana/as férias se passam e chega o dia da minha pequena voltar para sua casa.
Era uma manhã de sol, um sol bem baiano das nove da manhã em Salvador quando eu estava descendo uma ladeira com ela. Ela estava indo pro ponto onde pega o ônibus pra ir pra casa, eu estava indo pro colégio. A ladeira da medo de olhar. É grande e tem até umas curvinhas e com uma obra que nunca termina; o metrô. Estávamos no começo da ladeira ainda, quando Abigail dispara: Ai! Perguntei logo em seguida:
- O que foi Abigail? Aconteceu alguma coisa?
- To com dor de barriga!
- Muito forte?
- Muito! Acho que não vou segurar não. A pontada ta cada vez pior!
Paramos em pouco em frente ao metrô, e ela conseguiu largar um sorrisinho e me disse que nunca mais tomaria um Nescau na vida dela; acreditem, tinha sido a única coisa que ela tinha colocado pra dentro desde que acordará. Quando ela disse que já sentia-se melhor continuamos nossa jornada belo ao ponto de ônibus.
Quem já passou por essa situação sabe que dor de barriga é traiçoeira; quando sentimentos as primeiras “pontadas” achamos que conseguimos aguentar mais um pouco, mas é quando esquecemos que o pior acontece.
- Não estou aguentando… – sussurrou Abigail. – acho que vou parar aqui mesmo no metrô.
- Fica fria, já estamos quase no fim da ladeira!
Tentei acalmar Abigail, mas a tentativa foi falha. Continuamos andando e Abigail ia se contorcendo toda, soltando uns gemidos, que era de partir o coração. Até a hora que ela empacou total! Não saía do lugar, não conseguia nem mesmo mais pensar. Olhava direto pro céu, com aquele olhar típico do gatinho do Sherek.
- Abigail, calma, com calma, tenta me falar o que você comeu.
E num esforço tremendo, uma mistura de palavras e suor (ela suava muito) confessou que seria ali mesmo. Ela tava quase parindo, quando eu peguei ela pelo braço, gritando “LICENÇA, LICENÇA CAC***” conseguir levar à pequena para o banheiro de um supermercado que ficava logo ao lado.
Abigail entrou correndo, deu um pulo para a cabine do banheiro apertado, mas que tinha aquilo que ela tanto queria ver pessoalmente, seu sonho: uma privada, carinhosamente chamada por ela de Celite Boca Larga. Acho que nem mesmo tirou toda à parte de baixo da roupa e foi “mandando bala”. No começo eu até tentei ficar no banheiro… mas desistir.
Passaram-se bem 12 minutos e Abigail não saia do banheiro, fui ver se ela tinha desmaiado, já estava preocupada, mas ela só estava tentando limpar o short que não saiu ileso. Mais uns 5 minutos pra esse processo e o segurança veio ver o que estava acontecendo. Tive que contar – apesar de muita vergonha que Abigail sentia – o que acabava de acontecer. Acho que a cara do segurança, apesar dos risos escondidos, era de temor do prejuízo que o supermercado acabara de ter com o tanto de papel higiênico que Abigail tinha gastado.
Depois de provar que não tínhamos feito nada de errado, claro que eu tive que comprar alguma coisa, comprei um achocolatado (hahaha) só pra tirar com a cara dela, fomos embora.
Isso aconteceu já tem uns dois anos, mas ninguém aqui consegue esquecer. Muito menos eu.



ahauahuahahaha coitaaaaaadaaa!!! mas isso acontece.. já aconteceu algo parecido comigo e com uma amiga minha, resultado tive que emprestar meu casaco pra ela por na cintura pra tapar o “acontecido” ela sofre de problema nos rins e não segura ahauhaauhahaha e eu mto palhaça fiz ela rir d+ e … hahaahaha
abraço, bo0m blog!
Carol
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Huahuahauhaua, tadinha da sua prima…
É mesmo, dor de barriga é traiçoeira…rs
Beijinhos.
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http://www.jehjeh.com
Pra pressão de butão ,não ha tampão que segure…ha ha ha ha ha. Já andei quase 300km segurando,suando que nem tampa de marmita, acreditando chegar logo em casa,quando vi que não dava mais ,parei o carro pulei no mato e ai já sabe… bummm! foi pura selvageria ha,ha ,ha ,ha